dez
17
2018

Literatura: 4 clássicos de Natal

Sabe aquelas histórias que atravessam gerações e se tornam parte de datas especiais, como o Natal?

Acredite: não há melhor época do que o Natal para apresentar ao seu filho esses clássicos da literatura. Ótimos para ler antes de dormir ou para serem presenteados a outras crianças.

Como o Grinch roubou o Natal


Ele é verde, mal humorado, bem malvado quando quer e, indiscutivelmente: O-DEI-A o Natal. Ué, como o Grinch veio parar nessa lista então? Esse clássico norte americano escrito por Sr. Seuss, um dos mais prestigiados autores infantis dos EUA, mostra justamente que mesmo em um coração pequeno (e peludo) há espaço para a magia desta época do ano entrar… A nova edição da Companhia das Letrinhas este ano traz o texto em português e também o original, em inglês.

Canção de Natal


Escrita por Charles Dickens em 1843, a história do avarento Ebenezer Scrooge já foi adaptada ao cinema várias vezes. Na véspera de Natal, ele recebe a visita de três espíritos: um que o faz revisitar o passado, outro que lhe abre os olhos para o que acontece no presente e um último, que revela um futuro sombrio…

Nessa edição lançada há mais de 20 anos, a história ganha vida nas aquarelas cheias de personalidade de Quentin Blake.

Cartas do Papai Noel


Todo mês de dezembro, durante anos, chegavam à casa do escritor, que criou o fantástico universo de “Senhor dos Anéis”, cartas escritas pelo Papai Noel para os três filhos de Tolkien: Christopher, John e Michael. Com grafia tremida, assim como escrevem os mais velhos, e algumas ilustrações, os relatos narravam as aventuras de Noel no Pólo Norte.

Tolkien, que era professor na Universidade de Oxford (Inglaterra), manteve a magia por 23 anos. A primeira carta foi enviada em 1920 e a última, em 1943, para o caçula. O livro é uma reunião de todas elas.

A pequena Vendedora de Fósforos


É impossível não sentir um nó no peito depois que o último fósforo da vendedora se apaga. Assim como tantas e tantas crianças nas ruas, ela só queria se aquecer na véspera de Natal, sonhava com uma mesa bonita para a ceia, bolas coloridas na árvore. Mas a miséria foi mais forte do que a imaginação…

Como todos os contos de Andersen, é uma história que provoca reflexão e traz uma boa dose de melancolia.

Fonte: Revista Crescer

Sobre o autor: Agência Polvo

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