Oficina A Arte de Contar Histórias – Curitiba

 Oficina A Arte de Contar Histórias em Curitiba

ATENÇÃO CURITIBA!

O Instituto História Viva apresenta mais uma Turma para Oficina

A Arte de Contar Histórias + 38ª Turma de Voluntários de Curitiba

1. Oficina da Arte de Encantar com Histórias – indicada para o público em geral e fundamental para quem atuar como voluntário
2. Ciclo de palestras e práticas – capacitação para atuação como voluntário

COMO SE INSCREVER: (ATENÇÃO PRAZO ATÉ DIA 31.07.19)

Enviar um e-mail para voluntario@historiaviva.org.br com:
Nome completo
Número do RG
Telefone
Anexar o comprovante da Contribuição: R$ 150,00

Conta para depósito:

Banco Itaú (341) | Agência 3704 | Conta Corrente 07326-5 | Dayane de Melo Massuda | CPF 049.135.809-14

Assim que recebermos seu e-mail, responderemos confirmando sua inscrição!

Local: Rua General Aristides Athayde Junior, 561 – Bigorrilho (esquina com a Martim Afonso).

Datas: 10 e 24 de agosto – sábados das 9h as 17h

Juntos vamos construir ainda mais histórias de alegria!!!

Objetivos

Promover a vivência do ato de contar histórias.

Estimular a criatividade e a desenvoltura na narração de histórias.

Oferecer possibilidades de lidar com as diversas situações enquanto contador.

Preparar os futuros voluntários do Projeto Ouvir e Contar do Instituto História Viva.

 

Conteúdo programático 

A importância da arte de contar histórias.

O uso de recursos visuais (tecidos, fitas, leques, fios, etc)

Identificação do repertório cultural de acordo com o interesse de cada participante: mitos, lendas, contos de fadas, contos maravilhosos etc.

Os objetivos profissionais e educacionais do ato de contar histórias.

A atuação do contador e a exploração de recursos visuais para se criar a ambientação.

Harmonização entre corpo, espaço físico e voz.

Diferença entre cenário e ambientação.

Desenvolvimento do estilo próprio de contar histórias.

Possibilidade de poetizar, brincar, aprender, ensinar, refletir e encantar. Hibridismo da narrativa oral com outras linguagens.

Possibilidade da arte de contar histórias fazendo parte do cotidiano: nas entrevistas, palestras, teatros, nos espaços públicos, nas escolas, nos hospitais, nos eventos, nas empresas, nas livrarias etc.

 

Público-alvo 

Interessados na arte de contar histórias, executivos, voluntários, educadores, pais e mães.

 

Metodologia

Como estratégias serão propostas atividades teóricas e, principalmente, práticas, em que o participante passa a vivenciar o ato de ouvir e contar histórias.

 

Justificativa: 

– A linguagem oral é a mais remota figura de comunicação entre as pessoas.

– A ação de contar e ouvir histórias possibilita o resgate da memória cultural e afetiva.

– Contar histórias é a mais antiga das artes. Nos velhos tempos, o povo se reunia ao redor do fogo para se esquentar, alegrar, dialogar, narrar acontecimentos.

– O ato de contar uma história, além de atividade lúdica, amplia a imaginação e ajuda a organizar sua fala, através da coerência e da realidade. O ver, sentir e ouvir são as primeiras disposições na memória das pessoas.

– Contar histórias é uma experiência de interação. Constitui um relacionamento cordial entre a pessoa que conta e os que ouvem. A interação que se estabelece aproxima os sujeitos envolvidos.

– Os contos enriquecem nosso espírito, iluminam nosso interior, e, ao mesmo tempo, nos tornam mais protagonistas na resolução dos problemas e mais flexíveis para aceitar diferenças.

– Contar histórias é também uma forma de ensinar temas éticos e cidadania e de propiciar um mundo imaginário que encanta adultos e crianças.

– Necessitamos ouvir histórias para desenvolver a imaginação, a observação, e a linguagem oral e escrita, assim como, o prazer pela arte, a habilidade de dar lógica aos acontecimentos e estimular o interesse pela leitura.

– Através da arte de contar histórias, podemos tornar possível a construção da aprendizagem relacionada à competência cognitiva, propiciando elaboração de conceitos, compreendendo sua atitude no mundo, e se identificando com papéis sociais que exercerá ao longo de sua existência.

– As histórias são extraordinárias ferramentas para a comunicação de valores, porque dão contexto a fatos abstratos, difíceis de serem transmitidos isoladamente. O contador de histórias, transforma-se em um mediador privilegiado dentro do contexto da educação quando leva o ouvinte a pesquisa e a novas produções.

 

 

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